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| foto: Leitura do poema de João Tala em biblioteca |
Ler um poema é como relaxar o corpo depois de um dia tenso, esgotante e com esperanças duvidosas. Quando beijamos o poema 'A meio da carência' do escritor angolano João Tala, sentimos mas do que arrepios, fomos forçados a dançar no ritmo do verso.
Se ainda não teve a oportunidade de ler este escritor e autor angolano, está é a sua chance. Pega uma bebida fresca, encoste em algum lugar calmo e silêncioso e vibra com cada verso deste poema.
´Ameio da carência'
balbuciando o mês despeja
a ressaca no barro
alheios os poucos dias
do catecismo pedira
novos ciclos ovulares
a meio da carência
preste à ave atingi
o litoral sanguíneo
Sobre o texto:Titulo. A meio da carência
Autor: João Tala
Obra: A forma dos desejos II

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