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| Performance de Natasha Félix - IGR |
Era 21 de 08 de 2024 – Mutamba. O relógio marcava 19 ou talvez 20h, já não lembro bem deste detalhe. Tínhamos terminado um (ensaio), os nossos corpos ainda em alerta, representavam o verdadeiro significado da poesia em movimento.
Gambiarras Sônicas – Naquela semana, entender o improviso como a tecnologia ou um mecanismo a ser usado para que as coisas acontecessem independentemente das dificuldades impostas levou a poetisa brasileira a fazer dançar o poema junto dos jovens artistas angolanos. A presença da artista representou a verdadeira vontade de enfrentar novos desafios e foi um ponto de encontro para duas culturas que partilham semelhanças.
Sobre está noite, Os vestígios continuam...
IGR – Luanda, este Instituto cheio de oportunidades foi o responsável pela presença da poetisa na terra do “SOMOS TODOS”. O passeio tinha ganhado outras proporções, Museu da antropologia, Igreja católica, sonangol. Andávamos em círculos à medida que soltávamos as palavras, “Nada igual!” Natasha em nenhum momento deixou que a conversa caísse no aborrecimento.
“ELA SABE RESPONDE COMO ARTISTA”
A poetisa da periferia de santos tinha um sorriso clichê, mas, os olhos exibiam a vivacidade de um livro que tinha muito que contar... E assim fomos!
Pela segunda vez em Angola, Natasha, quis provar a terra e adentrar na angolanidade que muito a apaixonou de longe, a sua relação com este paraíso lhe é cedida pela primeira enquanto ainda percorria o campos universitário, Brasil (estudante). Ampliar a sua visão sobre a terra, permitiu que esta artista conhecesse atmosfera que a envolvia na altura, criar vínculos e entender que Angola não é só “KINAXIXI”, saltaram da na boca da artista nomes como...
Edição de Março / Estará disponível na segunda-feira 07 de Abril de 2024.

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